Visitantes Estrangeiros


Enrrico Bloise - Universidade de Toronto, Canadá

Formação: Medico Veterinário formado pela UENF, Mestrado em Fisiologia e Farmacologia pela UFMG, Doutorado em Biotecnologia Medica pela Universidade de Siena com período sanduíche no departamento de Ciências Reprodutivas da Universidade da Califórnia, San Franciso e pós-doutorado em Fisiologia na Universidade de Toronto.

Minhas áreas de pesquisa são:

  • 1) Transporte Transplacentário de Nutrientes e de Fármacos em Reprodução Assistida
  • 2) Transportadores ABC na gravidez e no parto prematuro

Em qual laboratório você está atuando aqui no Brasil? Sob coordenação de quem?

Atualmente estou alocado no Laboratorio de Endocrinologia Molecular sob a coordenação da Professora Tania Ortiga.

O que veio realizar em seu estágio no IBCCF? Possui financiamento?

Vim estudar se o transporte placentário de nutrientes e de fármacos eh alterado em gestações concebidas por reprodução assistida em humanos e em camundongos concebidos por reprodução assistida, o que poderia explicar o baixo peso a nascer nesta população. Esse projeto é financiado pelo programa Ciências Sem Fronteiras, Bolsa Atracão de Jovens Talentos

Porque escolheu o IBCCF?

Pela multidisciplinaridade do Instituto e pelo fato de que a area de reprodução eh muito pouco investigada pelo Instituto, (atualmente somente pela Prof Tania Ortiga), o que ajudaria a expandir esta área da fisiologia, ou seja, a fisiologia da reprodução no IBCCF.


Cora Lilia Alvarez - Universidade de Buenos Aires, Argentina

Formação: Biologia

Estudei na Universidade de Buenos Aires (UBA). Agora estou trabalhando também na UBA, mais não estou dando aula no momento, só faço pesquisa e pertenço ao Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica, em espanhol é Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). Meu cargo é pesquisadora e a minha área de trabalho é a Fisiología Celular. Estou inserida num grupo de trabalho onde estudamos as vias de saída de ATP de células não exitáveis como hemácias, líneas celulares de figado, pulmão, rins, etc; e os mecanismos que regulam essa saída.   

2) Está em qual laboratório você está atuando aqui no Brasil? Sob coordenação de quem?

Aqui no Brasil estou no laboratório de Imuniobiofísica trabalhando com o Prof Pedro Muanis Persechini e a Prof Julieta Schachter e equipe.

3) O que veio realizar em seu estágio no IBCCF? Possui financiamento?

Eu vim para o Brasil por um projeto de cooperação da CAPES com o Ministério de Ciencia y Tecnología da Argentina, que estabeleceu uma colaboração entre o meu grupo de Argentina e o daqui do Rio que inclui o laboratório de Imunobiofísica e o da Prof Ana Acacia de Sá Pinehiro para trabalhar com malária. No projeto havia uma bolsa de posdoutorado por 6 meses. Uma vez aqui fiz concurso para uma outra bolsa de posdoutorado da CAPES/FAPERJ, e com ela fiquei por 2 anos. O projeto é por 5 anos e com minha volta a Argentina una nova posdoutoranda, também Argentina, continuará o desenvolvimento do projeto.

4) Porque escolheu o IBCCF?

Na verdade eu não conhecia o IBCCF. Eu trabalhava com o Prof Pablo Schwarzbaum da Argentina e ele junto com a Prof Julieta estabeleceram um primeiro contato que depois fico formalizado no projeto de colaboração que falei anteriormente. Só estando aqui conheci a Instituição e as importantes pesquisas que aqui são feitas.


Daniela Yazmine Sedan - Universidad Nacional de La Plata, Argentina

Formação: Bioquímica                    

Doctora de la Facultad de Ciencias Exactas, Universidad Nacional de La Plata (FCE-UNLP).

Tese: Evaluación de los efectos tóxicos de la exposición sub-crónica a Microcystinas en ratones NIH swiss.

Becaria Posdoctoral del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) y Ayudante Diplomado con dedicación Semi-exclusiva en el Área de Toxicología de la FCE-UNLP.   

El área de pesquisa es toxicología de cianobacterias y cyanotoxinas.

Hace varios años pertenezco al grupo de Investigación en cianobacterias toxígenas, dirigido por el Dr. Darío Andrinolo y la Dra Leda Giannuzzi, que funciona en el Área de Toxicología de la FCE-UNLP. Allí he desarrollado mi tesis doctoral basada en exposiciones prolongadas a Microcystina-LR, una hepatotoxina producida por cyanobactrias, en ratones Swiss. Además de estudios toxicológicos, el grupo de investigación desarrolla estudios vinculados con cultivo y mantenimiento de una cepa de Microcystis aislada del ambiente y productora de toxina, estudios de remoción de cianobacterias y cyanotoxinas entre otras actividades.   

2) Em qual laboratório do IBCCF você está fazendo estágio? Sob coordenação de quem?

Laboratório de Ecofisiologia e Toxicologia de Cianobactérias 

Profa. Valéria Freitas de Magalhães   

3) O que veio realizar em seu estágio no IBCCF? Possui financiamento? 

Vine para realizar una estancia de investigación en el marco de mi formación Posdoctoral. Para ello se realizaron ensayos previos de toxicología en el Laboratorio de Toxicología de la FCE-UNLP (Argentina) al cual pertenezco y ahora estoy realizando, en el Laboratório de Ecofisiologia e Toxicologia de Cianobactérias da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mediciones sobre dichas muestras.   El financiamiento con el que cuento es: Subsidio de Viajes y estadía: otorgado por la UNLP, que cubre parcialmente los costos de viaje y mantención aquí en Río de Janeiro. Proyecto PIP: Estudios de toxicidad de Microcistina en ratones N:NIH swiss. Valoración de la exposición oral sub-crónicas mediante biomarcadores específicos. Otorgado por CONICET, que permite financiar reactivos y materiales empleados en los ensayos previos realizados en Argentina.   

4) Porque escolheu o IBCCF?   

Hace varios años nuestro grupo de investigación entró  en contacto con la Prof.  Valéria Freitas de Magalhães en los congresos y actividades académicas realizadas en la especialidad de cianobacterias y cyanotoxinas, ya que compartimos áreas de pesquisa comunes y en muchos casos complementarias. Por ello comenzamos a conversar sobre las posibilidades de realizar trabajos en colaboración, ya que consideramos muy importante poder crear vínculos entre grupos de trabajo que realicen tareas complementarias, o que tengan posibilidad contar con equipamiento o técnicas que otros grupos no tienen. Mucho más importante si, como en este caso, se realiza entre grupos de países vecinos; ya que de este modo se aborda mucho mejor y de una manera más completa una problemática que si bien es mundial, puede presentar características particulares en cada región. Mi estancia de investigación aquí, Laboratório de Ecofisiologia e Toxicologia de Cianobactérias da Universidade Federal do Rio de Janeiro, es sólo la primera vinculación entre ambos grupos. A partir de los trabajos realizados en esta primera etapa escribiremos proyectos tendientes al financiamiento de nuevas estancias de trabajo de investigadores Argentinos aquí en el IBCCF, y de investigadores del IBCCF en el Laboratorio de Toxicología FCE-UNLP, para así poder afianzar los lazos de colaboración entre ambos grupos de investigación.